Empresas
Empresário: sua empresa sobreviveria sem você?
Só 37,9% das empresas abertas em 2017 seguiam ativas cinco anos depois. Quando o negócio depende do dono, a renda da família também.
Rafael Thesing··2 min de leitura
Segundo o IBGE, apenas 37,9% das empresas empregadoras nascidas em 2017 continuavam em atividade cinco anos depois. Empreender no Brasil já é, por natureza, conviver com risco.
Para muitos empresários, esse risco é duplo: a família vive do pró-labore e dos lucros, e a empresa depende do dono para vender, decidir e manter relacionamentos. Se ele se afasta, as duas coisas param ao mesmo tempo.
Três perguntas que valem a reflexão
Quem assumiria a gestão se você não pudesse mais estar à frente? Existe caixa para manter a empresa operando durante a transição? E, se houver sócios, o que acontece com a sua participação — sua família passaria a ser sócia deles?
Proteger a empresa também é proteger a família — e vice-versa.
Ferramentas que existem
Seguros de pessoa-chave dão fôlego financeiro à empresa na ausência de quem a sustenta. Acordos de sócios com seguro vinculado permitem que os sócios remanescentes comprem a participação do falecido, e que a família receba o valor em dinheiro, sem conflito.
Conteúdo educativo, sem caráter de recomendação individual. Dados e regras citados podem mudar; consulte um profissional antes de tomar decisões.
